As sonatas para piano – no total de 32 - constituíram uma espécie de “laboratório”, que lhe permitia fazia experiências, aproveitadas noutras formas.
Beethoven introduziu grandes inovações na estrutura da Sonata; incorporou novas formas (fuga e variação), mudou o número de movimentos e a sua ordem (colocando muitas vezes o movimento lento em primeiro lugar), aumentando a sua vertente emocional.
Entre as onze sonatas do primeiro período, a mais conhecida é a Opus 13, Patética, com a sua introdução dramática e o seu clima sombrio (com a maior parte dos seus temas em tom menor), culminando no seu emocionante e romântico adágio.
As sonatas mais conhecidas encontram-se no seu “segundo período”: a Opus 27, Ao Luar (famosa pelo adágio introdutivo), a Opus 53, Waldstein e a Opus 57, Appassionata.
Embora mais originais, as sonatas do último período são as menos populares. A Opus 106, Hammerklavier, de carácter monumental, é quase uma sinfonia para piano solo – imponente pela sua duração, plena de dificuldade técnica. Outras grandes obras-primas são as duas últimas, Opus 110 e 111, de carácter quase romântico.
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