O velho delicado e extravagante Leonardo encerrou-se na melancolia e na solidão, dedicando-se aos estudos matemáticos (sobre a quadratura do círculo), anatómicos e ópticos. Não obstante, data desta altura a segunda versão de São João Baptista (1513), última obra conservada de Leonardo.
Em 1514, fez ainda uma breve viagem a Parma, Bolonha e Florença, regressando no ano seguinte a Roma; não permanecia contudo inactivo: ocupava-se com o seus “jogos geométricos” e os estudos sobre o movimento da água.
Em 1516, novamente sem patrono, aceitou o convite do novo rei da casa de Valois, Francisco I, passando a ser “primeiro-pintor” da corte, transferindo-se para França, para a sua residência privada no castelo de Cloux, em Amboise, onde realizou um leão mecânico.
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