Tendo presente o carácter regional ou local que o movimento político adquiriu desde o início, começou a exercer-se uma soberania em termos regionais, em torno das capitais dos vice-reinados.
A ideia da união defendida por Simão Bolívar, San Martín, Hidalgo, entre outros, evocando a Monarquia e o Império, viria a ser derrotada.
Bolívar defendia a união como forma de defesa do Continente, e sobretudo, devido aos interesses comuns e às afinidades culturais.
Em 1824, convidaria o Peru, Colômbia, México, Guatemala, Rio de la Plata e Chile a constituir uma Confederação. Os representantes dos 4 primeiros reuniram-se no Congresso do Panamá em Junho de 1825, mas os seus acordos não vingariam em termos históricos.
Ao contrário, assistir-se-ia a um processo de desagregação: nações confederadas durante a Guerra da Independência, como a “Grande Colômbia”, separar-se-iam em 1830, originando diferentes nações: Venezuela, Colômbia e Equador; ao mesmo tempo que Regiões unidas administrativamente desde os tempos da colonização, como a Capitania Geral e a Guatemala, converter-se-iam em 5 países independentes: Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua e Costa Rica.
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