25 novembro 2003

TEORIA DA RELATIVIDADE (III)

Será que a análise de um mesmo acontecimento é idêntica para dois observadores que tenham diferentes pontos de referência?

Num movimento relativo, geralmente não existe concordância entre dois observadores acerca da simultaneidade de dois eventos a que estejam a assistir; nem sempre um observador concordará com a opinião de outro observador quando assistem a um acontecimento em que haja um movimento relativo entre eles.

No caso da observação de dois raios de luz simultâneos, para uma pessoa imóvel, eles serão percebidos como tendo acontecido no mesmo instante, já que a luz chega ao mesmo tempo aos seus olhos. Se uma outra pessoa estiver em movimento em direcção a um dos locais de onde vem o raio, ela perceberá uma luz antes da outra e imaginará que os acontecimentos não ocorreram em simultâneo.

Assim, constata-se que a simultaneidade entre dois acontecimentos é relativa, dependendo da situação dos observadores.

À medida que nos aproximamos da velocidade da luz, a física clássica não obedece aos princípios por nós percebidos. A velocidade da luz é constante, quer venha de uma estrela, quer de uma lanterna; qualquer que seja o referencial, a luz tem sempre a mesma velocidade (300.000 km/s).

Na relatividade também consideramos a fusão dos dois elementos espaço e tempo, numa única dimensão: o espaço-tempo.

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