Posteriormente, Einstein passaria a trabalhar no sentido de se conseguir acordos internacionais que afastassem a possibilidade de guerras nucleares, organizando um movimento em prol da não utilização de armas atómicas.
A partir de 1946, Einstein continuou a trabalhar nas suas pesquisas científicas, tendo por objectivo concluir a sua Teoria do Campo Unificado, relacionando as duas grandes forças do universo físico (a gravidade e o electromagnetismo). Não conseguiria contudo cumprir o seu objectivo; apenas após a sua morte foram conseguidos alguns avanços significativos neste campo, havendo contudo ainda muito por fazer.
Em 1949, adoeceu e foi internado num hospital, onde reflectiu sobre a sua vida. Aproveitou também para elaborar o seu testamento, deixando os documentos científicos à Universidade hebraica de Jerusalém, que dirigira, de 1925 a 1928.
Em 1952, após a morte do primeiro chefe de Estado de Israel (Chaim Weizmann), o governo israelita ofereceu a Albert Einstein a honra de ser o seu novo chefe de Estado. Einstein recusou, alegando que não reunia as condições necessárias para o desempenho de cargos que envolvessem relações humanas.
Em 18 de Abril de 1955, após ter sido internado no hospital de Princeton, falecia Albert Einstein, tendo sido, no mesmo dia, cremado em Trenton, Nova Jersey. Einstein seria o primeiro cientista a viver sob a mira da comunicação social, transformando-se numa espécie de “superstar” da ciência.
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