Esta nova teoria - confirmada em 1919, por observações durante um eclipse solar - tornou Einstein um cientista reconhecido, o que levou a que fosse indicado como candidato ao Prémio Nobel da Física que, contudo, apenas obteria em 1921, pelo seu trabalho sobre o efeito fotoeléctrico.
Nessa época, o facto de Einstein ser judeu começou a trazer-lhe dificuldades na Alemanha nacionalista, em que avançavam os extremismos, acentuando-se a perseguição aos judeus, no período de 1922 a 1925.
Em 1930, Einstein, numa nova visita aos Estados Unidos - tendo por objectivo proferir palestras - preferiu radicar-se no país, dada a ascensão do nazismo na Alemanha (mantendo inicialmente a ligação às universidades alemãs, até 1933), instalando-se então no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Princeton.
Em 1940, após o regime nazi lhe ter “confiscado” a cidadania, viria a naturalizar-se americano (mantendo, não obstante, a cidadania suíça).
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